Dentre algumas definições possíveis para o vocábulo “Moral”, estão: Estado de espírito; Conjunto de regras de conduta; Conclusão que se tira de uma obra, fábula; Relativo aos princípios do bem e do mal [ Ref.: Dic. Houaiss]. Aqui, irei me ater aos dois primeiros significados apenas – e somente apenas – no âmbito pessoal (visto que aplicar ao coletivo social consiste numa prática complexa).
A honra advém de um estado de espírito acima da média – atualmente bem baixa e que piora dependendo da localidade geográfica e cultura – e é constituída a partir de uma base moral forte. Ao contrario do que dizem, honra não é apenas o respeito ao próximo ou responsabilidades profissionais. Honra significa total dedicação aos ideais formados pela aplicação das virtudes da moral. Obs: Politicamente falando, esquerdistas NUNCA terão a diginidade de possuir uma honra pelo fato de toda a ideologia esquerdista se basear exclusivamente na destruição da honra e moral, qualquer ou quaisquer que seja(m) ela(s).
Construir uma moral no peito e na mente já é extremamente difícil dado o contexto dos dias atuais, imagine mantê-la frente a diversos focos de contaminação externa. Quando tudo se encontra destruído e em frangalhos, um grande e avacalhado carnaval com os piores tipos possíveis surge a pergunta: “porra, pra quê gastar tempo com algo que vai acabar?”. A resposta: o indivíduo ergue os tijolinhos, produz toda a argamassa e na primeira oportunidade permite que um agente externo perfure a barreira moral que ele tanto se dedicou e demorou a construir. E vou além: Em alguns a contaminação é tão aguda que eles passam a integrar, completamente, o lado podre.
É aí que entram os roedores. Roedores são criaturas furtivas, covardes, desleais com os semelhantes e (onde há humanos) imundas. Não é culpa deles, devido a posição ingrada na cadeia alimentar. Entretanto, um ser humano que imita tais atitudes/comportamentos deve ser, com justiça, enquadrado nesse conjunto. Imagino os humanos “podres” como um bando gigantesco desses animais, partindo num frenesi de destruição sem destino certo. O que eles destróem? Tudo, principalmente os valores, cujas consequências de aplicação são responsáveis pelo processo evolutivo humano. Não há distinção de credo, orientação política, sexo, cor e idade. Algumas concessões podem ser feitas no contexto cultural, porém a regra continua essencialmente a mesma.
O grande problema de agora é como elaborar um procedimento para evitar a contaminação pelos ratinhos imundos. Mais tarde discorro sobre, pois agora perdi o “fio da meada”.



